O EMPREENDEDOR

Embora a Fundação Paulista de Tecnologia e Educação – FPTE – tenha seu marco inicial em 1972, quando foi instituída, o histórico da Instituição antecede em quase duas décadas a essa data. Nos idos de 1958 a Instituição Toledo de Ensino, de Bauru, deu início, no campus cedido pelo município de Lins, antigo parque de exposições agropecuária da cidade, o curso técnico de Pontes e Estradas.
Em 1964, no início da revolução militar, inicia em Lins, a Escola de Engenharia de Lins, com dois cursos superiores: Engenharia Civil e Engenharia Elétrica-Eletrotécnica. Decorridos 4 anos, em 1968, a Instituição Toledo de Ensino começa a se desinteressar pelos cursos de engenharia para manter o foco na área de humanas, e resolve colocar à venda a Instituição, a então Escola de Engenharia de Lins.

 

 

OS VISIONÁRIOS

Em 1970, os professores da época, em número de 30 (trinta), na maioria oriundos da capital paulista, resolvem criar a Sociedade Civil Escola de Engenharia e adquirem, do Grupo Toledo, a Escola de Engenharia de Lins. Para tanto foi feito um empréstimo no antigo Banco Noroeste, hoje Santander, onde, cada professor avalizou 1/30 (um trinta avos) do empréstimo obtido. Após dois anos, em 1972, essa dívida com o Banco Noroeste estava quitada, exclusivamente com o resultado operacional da Escola de Engenharia de Lins. Nesse instante, o espírito altruísta e abnegado desses 30 (trinta) professores, em reunião histórica encerram as atividades da Sociedade Civil Escola de Engenharia de Lins e, todos os 30 (trinta), sem exceção, abrindo mão de serem donos de uma Instituição de Ensino Superior, pujante, rentável e promissora, instituem a Fundação Paulista de Tecnologia e Educação, mantenedora da Escola de Engenharia de Lins, com o espírito de formar seres humanos, desenvolver tecnologia e manter uma ação social forte junto à comunidade que estava inserida. Assim, a Fundação Paulista de Tecnologia e Educação substituiu a Sociedade Civil Escola de Engenharia de Lins como mantenedora dos cursos de Engenharia Civil e Elétrica, autorizados a funcionar em 1964. Em 1987, a FPTE obteve autorização para oferecer o curso de Tecnologia em Processamento de Dados e em 1991 assumiu a mantença do curso de Serviço Social, até então sob responsabilidade da Congregação das Missionárias de Jesus Crucificado desde 1959, aqui na cidade de Lins/SP.
Adyr Moura Ferreira
Agarb Cézar de Carvalho
Álvaro Puga Paz
Amaury Leite de Toledo
Arion Maciel Sanchez
Darcy Celso Milena
David Taraboulous
Décio Cozzo Loureiro
Edgar Paulo Pastorello
Gílio Aluísio Simone
Heraldo Maciel Sanchez
Jair Bernardes da Silva
Jairo Porto
João Baptista Forlani
Jorge Watanabe
José Antonio Jardini
Luiz Antônio Sabonge
Luiz Fernando Salgado Mendes
Marco Antonio Trujilho Carneiro
Mário Baroni Jínior
Mílton Léo
Mílton Spencer Veras Júnior
Morency Arouca
Nelson L. R. Nucci
Nivaldo José Chiossi
Ronald Ulysses Pauli
Sergio Augusto Mangini
Vitezlav T. A. de Pádua Kumpera
Waldemar Sândoli Casadei
Wlastermiler De Senço

O LEGADO

Atualmente a Fundação Paulista de Tecnologia e Educação, entidade jurídica sem fins lucrativos, é mantenedora das seguintes unidades: o Centro Universitário de Lins - UNILINS, que foi criado com a transformação da Escola de Engenharia de Lins, da Faculdade de Serviço Social de Lins e da Faculdade de Informática de Lins, sendo credenciado por Decreto Presidencial de 4 de maio de 2001; a Escola de Ensino Infantil, Fundamental e Médio-ETL de Lins, do CETECLins. Situada na cidade de Lins/SP no interior do Estado, a FPTE tem cumprido, ao longo de sua existência, importante papel no desenvolvimento da região.

 

NOSSOS OBJETIVOS

Os objetivos estatutários da FPTE englobam como área de atuação o ensino, pesquisa, aperfeiçoamento dos métodos de ensino, elaboração de estudos, de planejamentos e de projetos tecnológicos, o exercício de atividades de assessoria, consultoria e supervisão, além da prestação de serviços que contribuam para o desenvolvimento nas áreas de sua atuação. A missão da FPTE é baseada na tríade:
Ensino: Formação do ser humano em todas as suas dimensões.
Tecnologia: Difusão de tecnologia através da prestação de serviços à comunidade.
Compromisso Social: Atuação voltada para o atendimento à comunidade em que está inserida.

NOSSA GESTÃO

A FPTE é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos, dotada de certificado de filantropia emitido pelo CNAS - Conselho Nacional de Assistência Social. Nenhuma participação em lucros ou resultados é paga à seus funcionários ou diretores. Nossa estrutura de gestão é assim composta:

CONSELHO DELIBERATIVO

Órgão máximo na hierarquia da FPTE, tem uma composição democrática e plural.  Ele é formado por 100 membros, sendo: 80 docentes de suas unidades de ensino, eleitos por seus pares, dentre aqueles com mais de dois anos ininterruptos de dedicação à FPTE; 10 colaboradores não docentes , eleitos em pleito realizado pela associação de funcionários da FPTE; 10 alunos de suas unidades de ensino, eleitos em pleito realizado pelos órgãos de representação discente.

DIRETORIA DA FPTE

Os membros do Conselho Deliberativo elegem a cada biênio 5 de seus membros para representar e direcionar as ações executivas da FPTE. Estes diretores, bem como os conselheiros deliberativos, exercem suas funções estatutárias sem qualquer tipo de remuneração, sendo o exercício de seus cargos considerado serviço relevante e voluntário à Fundação.

DIRETORIA EXECUTIVA

As unidades que compõem a FPTE são dotadas de executivos específicos, que atendem à legislação de suas áreas de atuação. A ETL e o Cetec diretores e a Unilins reitor e vice-reitor. Os dois primeiros são indicados pela Diretoria da FPTE. Já Reitor e Vice-reitor são escolhidos de uma lista tríplice eleita pelo seu Conselho Universitário. Existe ainda um diretor corporativo, que zela pela condução financeira da FPTE. Estes cinco executivos compõem a Diretoria Executiva, que é presidida pelo diretor corporativo.

CONSELHO FISCAL

Cabe ao conselho fiscal a tarefa de fiscalizar as atividades da FPTE. Ele é composto de três membros, eleitos dentre os Conselheiros Deliberativos, e de três suplentes, para um mandato de dois anos. Cabe ao Conselho Fiscal emitir parecer anual sobre os relatórios anuais de prestação de contas de FPTE.